Laboratório indenizará consumidora que engravidou tomando anticoncepcional de farinha



Versão para impressãoEnvia por email

Laboratório deverá pagar indenização no valor de R$ 70 mil, por danos morais, a uma consumidora que engravidou utilizando anticoncepcional conhecido como “pílula de farinha”. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não atendeu a recurso da empresa e manteve a decisão de segunda instância que responsabilizou a empresa pela gravidez, já que esta foi negligente no descarte dos materiais que não deveriam ter chegado aos consumidores, ainda que por ato de interposta pessoa.

O caso das "pílulas de farinha" – como ficou conhecido o fato resultante da fabricação de pílulas para o teste de uma máquina embaladora do laboratório, mas que acabaram chegando ao mercado para consumo – aconteceu em 1998.